Aprendendo a nadar eu aprendi a trair…

Chamo-me Marcela e hoje vou contar-lhes uma aventura que me ocorreu nestes festejos juninos.
Tudo aconteceu durante uma viagem que fizemos no final de semana passado.
Fomos meu cunhado Luciano, a esposa dele meu marido e um irmão da esposa de meu cunhado. Foi um grupo bem divertido e animado.
No resort que locamos havia muitas pessoas e conseguimos apenas uma cabana para nós.
A cabana tinha três cômodos (quartos e cozinha).
Como não tinha mais que dois quarto o jeito que tivemos foi deixar o rapaz que estava sozinho ficar alojado na cozinha. Ele não se incomodou já que confirmou sua viagem em cima da data.
Diogo era um cara boa pinta, muito divertido e brincalhão.
Gostei dele logo de primeira detesto gente de cara fechada que parece que anda de mal do mundo. Enquanto todos se arrumavam para dá uma volta eu fui logo a mais rápida e assim fiquei de prosa com Diogo
Como era cedo, deixamos nossas coisas ali e fomos dar uma volta pelo espaço e fazer uma boquinha. Muita gente teve a mesma ideia. O local estava cheio de pessoas que vieram aproveitar os dias frios no Thermas, com feriadão foi melhor ainda o movimento.
Ah nada melhor que curtir um final de semana em um local aprazível, com pessoas alegres e satisfeitas. Tomamos cervejas comemos petiscos.
Sem deixar de saborear o nosso famoso acarajé.
Uma delícia …Como já era bem tarde meu marido Sérgio disse estar cansado, pois havia trabalhado na noite anterior. Falou que iria dormir, mas que eu poderia ficar com os amigos.
-Claro que fiquei sem malicia nenhuma. Afinal compreendo o cansaço de dias de trabalho contínuos.
Tudo estava muito divertido.
Muita gente e as piscinas Thermais super. lotadas. Parecíamos crianças disputando cada pedacinho do espaço.
Percebi que a roupa do irmão de minha cunhada estava super. ligado ao seu corpo, deixando-o muito sex.E com isso comecei a ficar excitada vendo o volume no seu calção.
Caramba o Diogo estava em estado de ereção e dava para notar sob a sunga um verdadeiro cacete mão de pilão.
Para quem não sabe e aqueles que têm a cabeçorra bem avantajada.
Ufa fiquei com um calor só de visualizar ao longe imagine se tivesse a minha disposição.
Então sugeriram que nadássemos um pouco, que fossemos para o lado mais profundo da piscina.
Eu logo disse não, pois não sei nadar!
Minha cunhada se aproximou e disse eis ai à oportunidade de aprender o Diogo te ajuda. Ajuda Diogo a Marcela a nadar?
Claro que sim afinal sou um exímio professor.
Caramba…E agora? Ficar junto daquele homem ia me deixar embaraçada, pois era visível a atração que exercia sob a minha pessoa. Lúcia (cunhada) se aproximou e me disse:
– Pronto você não queria muito aprender a nadar!
– Ele te ensina, se você quiser!
– Aqui?
– Vamos para um lugar mais fundo um pouco, que é melhor!
– Cuidado…Diogo cuida da minha cunhada que vamos dá uma saída e já voltamos.
Fomos um pouco mais para dentro da piscina onde a água nos batia no peito.
Dei uma olhada para ver se o Sergio (marido) estava voltando, mas não o vi.
Diogo com uma voz sensual bem próximo a meu ouvido sussurrou.
– Calma! Confia em mim! Nisso ele já havia envolvido minha cintura com seus braços forte.
E como eu estava com um short curto ele começou a subir suas mãos acariciando minhas coxas.
-Diogo que é isso?
– Me leva para a beirada, desisto de aprender!
– Vamos Marcela se solte sei que é isto que você quer.
Sexo! Ele falou quase ao meu ouvido.
Sabe que sou casada!
Sei sim, mas tem uma xaninha como um vulcão entre as pernas e eu quero entrar nela.
Mas Sergio pode nos pegar!
-Não! Tenho medo!
Se meu marido nos pega nos mata! Que nada estou apenas ensinando você a nadar.
Venha se solte vamos viver este momento de prazer aqui.
Sem pensar em mais nada abaixei minhas mãos e comecei acariciar o cacete dele que estava super. rígido.
Realmente perdi o senso de pudor e entreguei-me aqueles momentos de êxtase.
Eu casada com meu marido bem próximo fazendo sacanagem com um cara na piscina fingindo que estou aprendendo a nadar. -Safadeza a minha, mas está tão gostoso…
-Venha Marcela aprender a nadar rsrsr…
-Nadar só se for na cabeça do cacete!
-Você vai é rebolar muito na cabeça do meu pau vem, sua putinha gostosa!
Então fomos nos encaixando lentamente com ele bem juntinho de mim.
Sentia seu hálito seu bater descompassado do coração.
Aí que excitação.
Minha vontade era de dá um beijo para sentir sua língua morna em busca da minha.
Mas naquele momento não podia.
Uma pena!
Nossos corpos tão próximos que seu cacete ficou sobre minha xoxota, me deixando mais excitada.
Seus dedos entreabriam em minha xaninha, lentamente discretos com os gestos. Sentia-o dedilhar no meu clitóris, suave eu sentia que cada vez mais estava ficando encharcada de excitação.
Conforme eu me abria, roçava minha xaninha no seu cacete.
Louca de tesão o abracei forte.
E como dois loucos afasto meu short Diogo abaixou a sua sunga e com a firmeza de um garanhão começou a estocar.
Lentamente me sentia arregaçada.
A cada investida sentia meu corpo tremular de êxtase.
E como foi algo assim inesperado precisávamos sermos discretos em pouco tempo eu sentir seu cacete inchar e explodir em um gozo.
Minhas pernas atracadas a sua cintura me deixava livre para sentir o prazer do proibido e gostoso.
O sabor de uma traição.
Ainda segurando-me pela cintura, Diogo tirou seu cacete de minha xaninha e colocou seu cacete entre minhas coxas.
E Dizendo entre suspiros ainda hoje precisamos terminar nossa brincadeira.
Marcela você é muito gostosa quero-te foder a noite toda.
Assim meteu um dedo na minha xaninha e levou a boca, e com um estalo de lábios disse quero provar de seu mel vai querer sentir a intensidade de seus orgasmos em meus lábios.

Disse isso como se nada tivesse acontecido dentro d’água.
-Ok! Aguardo-te! Não! Eu estava sem condições de responder naquele momento meus pensamentos estavam desordenados, demorei um tempo e fui para a cabana!
Sinceramente fiquei na dúvida se conseguiria ainda chegar perto de Diogo naquele final de semana.
Mas eu queria muito dá para ele, mas como?
Pois tive oportunidade e não deixei escapar.
Logo no outro dia cedo todos saíram aleguei dor de cabeça, mas iria mais tarde.
Terminei de ajeitar umas coisas fui tomar um banho sem me preocupar de fechar a porta.
Levei um susto quando eu vi o Diogo que apareceu do nada na porta do Box.
Dizendo que ali no banho era mais fresquinho.
E já foi tirando a roupa e entrando embaixo do chuveiro.
Diogo e meu marido!
Ah foi comprar umas bebidas vai demora, seu corninho não sabe a mulher que tem e deixa em falta de sexo.
-Chega pra lá um pouquinho!
-Venha que te quero toda.
E abaixando-se no Box caiu de boca na minha xaninha.
Ahh… Delicia de xoxota.
Querida gostosa safada enche a minha boca de teu mel vai minha putinha safada.
Não demorou muito tive um orgasmo intenso e prolongado.
Diogo como um bezerro desmamado me chupava toda.
Depois de alguns instantes com a respiração ofegante.
Ele aninhou-se bem contra mim e ficamos agarradinhos. Seu pau já se colocava entre minhas coxas e com leves estocadas comecei a ser penetrada, ali mesmo no Box do banheiro encostadas e à parede sendo comida sem reservas. Diogo como um garanhão estocava cada vez mais firme e nossos gemidos enlouquecidos eram abafados pelo som da água escorrendo entre nossos corpos. Sem aguentar mais senti a respiração ofegante de Diogo os ritmos acelerados e seu cacete inchar dento da minha xoxota e como um louco seu gemidos tornaram mais intensos e logo o orgasmo.
Sentia golfadas de esperma na minha xoxota.
Delicia o sabor de uma transa intensa e rápida como são as grandes e intempestivas traições.
Ficamos um tempo juntos abraçados e em murmúrios palavras de paixão e juras de amor eterno.
Mas só Deus sabe se serão cumpridas.
Acabamos nosso banho e com caricias e carinhos nos despedimos prometendo um novo encontro. Mas o tesão entre nós era imenso assim ainda tivemos novo encontro antes de voltarmos a nossa vida pacata… E feliz! … Será?

Docecomomel
@docecomomelcontos
Feira de Santana Bahia Brasil

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