Por acaso

Desde a minha infância achava que sexo era algo natural. A vida tomou um rumo certinho, com marido, filhos, carreira e fui me satisfazendo na realidade do dia. Mas as fantasias e vontades inusitadas sempre habitaram o meu pensamento, como flashs em alguns momentos ou quando me tocava. Ah…. o toque solitário traz uma dor intensa de não ter um cassete te fudendo. Sentir os bicos dos seios arrepiando e precisar de uma boca molhada e quente aparando. Existem os brinquedinhos, mas nada substitui a sensação de ter um macho entrando e saindo e te rasgando ao meio, enquanto puxa seus cabelos e te chama de puta safada. Meus casamentos e relacionamentos tiveram bons momentos, mas agora em plena faculdade das minhas liberdades estou em busca de toda a criatividade e ousadia que a vida me permitir. E nesse intento conheci algumas pessoas, entre elas meu amigo, que vou chamar de J numa rede social. A química entre nós já havia sido muito boa, mas ele estava numa fase inativa comigo. Embora eu o provocasse às vezes e ficasse muito excitada quando o tocava. Mas me aquietava…. Afinal boas amizades devem ser preservadas e são independentes de sexo. E ele não é o único homem no mundo….rs.
Em uma de nossas saídas para aquela conversa sobre tudo e sobre nada, rolou um esquema. Já estávamos para pedir a conta e fui a toalete. Quando ia lavar as mãos, tive que aguardar a minha vez. Uma moça de cabelos negros e médios, de saia curta preta, cintura fina, e escarpin estava na minha frente. Assim que ela terminou, virou e me olhou nos olhos com muita intensidade. Eu desviei o olhar e minha visão caiu para os seios dela…. Grandes, empinados, e como estava com uma blusa fina, sem sutiã, percebi os bicos arrepiados… Eu cheguei mais perto, esperando que ela fosse dar a vez, pude sentir a respiração dela bem perto. Ela se afastou para o lado e lá ficou enquanto eu lavava as mãos. Tive tempo de respirar, me acalmar e organizar os pensamentos. Sorri pra ela e perguntei como estava sendo a noite. Ela sorriu de volta e disse que estava com uns parentes, mas que tinha que ir embora. Sequei minhas mãos, e como ela não saía de perto e nem parava de olhar, eu elogiei os seios dela e perguntei se eram de verdade. Ela disse que eram dela mesma….eu perguntei se podia verificar. Tudo com muito humor. Não tinha mais ninguém na toalete no momento. Cheguei bem perto e delicadamente apalpei o seio dela e quando vi que ela alterou a respiração intensifiquei a carícia, colei minha boca na dela que me beijou com gula. Já levei a outra mão no outro seio e comecei a acariciar os biquinhos dos dois, ela soltou um gemido gostoso que me enlouqueceu. Chamei para entrar no banheiro, onde teríamos um pouco mais de privacidade. Ela puxou meus cabelos perto da nuca e sorriu. Pensei.. safada. Dentro do banheiro de porta fechada, levantei a blusa e agarrei aqueles peitos com vontade e passei a língua em cada mamilo, indo e vindo, em um e outro. Em círculos, mordendo, como eu queria que fizessem comigo. Eu sentia a umidade e um tesão do cão. Beijava a boca dela e ela a minha. Também acariciou meus seios e quis por a mão da minha buceta, mas eu estava de calça jeans e vi que a coisa ia ter continuação longe dali…. Lembrei do J. Abracei ela, respirei fundo e convidei pra sentar na mesa comigo. Ela disse que ia se despedir da família. Quando saímos ela viu que sentei na mesma mesa do J. E como não tinha falado nada sobre estar acompanhada, achei que ela ia desistir. J. viu meu estado eufórico, meio cara lerda e perguntou qq houve. Eu disse espere um pouco que talvez vc descubra sozinho. Pedi outro caneco de chopp e em cinco minutos a L, como vai chamá-la se apresentou na nossa mesa. Disse, achei que vc estivesse sozinha. Eu respondi que aquele era o meu amigo J e que ele era o motorista da vez. Tava mais bêbado do que eu. Se ela percebeu não comentou. Conversamos um pouco sobre trivialidades. J sacou na hora o que estava rolado e me olhava com um olhar incrédulo. Eu retribuí com um olhar lascivo. Resolvemos de continuar a conversa em outro lugar, mesmo porque o bar estava quase fechando. No estacionamento, ela sentou no banco de trás, e logo que o carro se pôs em movimento saltei para ficar do seu lado. Começamos a nos beijar, enquanto J dirigia e olhava pelo retrovisor. Tirei a blusa dela e expus aquela maravilha de seios para o meu motorista. Apertei, suguei aquilo como se o mundo fosse acabar. Passava as mãos na coxa dela, sem descolar a boca da boca, sentido a textura da sua língua me excitando cada vez mais. Eu estava perdendo o controle. Depois parei. Respirei fundo, olhei dentro dos olhos dela e mandei ela tirar a saia. Ela se levantou um pouquinho do banco. Resolveu os problemas técnicos/zíper/botão e a saia saiu. Ficou lá só de calcinha. Eu via o seu corpo em relances, quando o carro passava por baixo do poste. Era uma calcinha vermelhinha. Voltei ao beijo empurrei a calcinha para o lado, e como estava molhada e toquei seu grelo com toda delicadeza. Ela gemeu alto, a respiração oscilou. Acelerei o carinho, ela começou a arquear o quadril, enquanto gemia e falava umas coisas sem nexo. Eu só olhava maravilhada com aquele presente e olhara para J pelo retrovisor. Ele esbabacado pq sabia que não seria só o coadjuvante e a calcinha desapareceu de cena. Era só ela, o cabelo, os peitos e a buceta lisa, inchada, molhada e ardendo. Penetrava ela com os dedos. Meus seios e minha buceta também explodiam. Vontade era de entrar dentro daquela mulher. Já estávamos chegando no motel. Protocolo de entrada realizado, na garagem, desce J e desce L, totalmente nua. Os dois frente a frente. Ele tem então a visão completa dos fragmentos que viu pelo retrovisor. Talvez ela tinha ficado um pouco sem graça. Mas ele já parte pra cima dela, com aquele beijo já conhecido meu, que segura pela nuca com as duas mãos e cai de língua, sem deixar espaço pra gente respirar ou movimentar a língua dentro da boca dele. Dominação total. Eu desci e abri a porta do quarto. Entrei e logo eles dois também, caindo na cama. Ele chupava os seios dela e logo meteu a língua naquela bucetinha que eu já tinha conhecido. Fui tirando minhas roupas devagar e olhando aquilo. É sempre excitante ver filminho pornô ao vivo. Deitei-me do lado e sintonizei-me com a loucura de L, colando minha boca na dela, o resultado não foi bem um beijo, mas uma confusão de língua dentro e fora da boca enquanto ela gozava. Senti seu corpo contrair e relaxar, e como a bichinha era escandalosa. Terminando com ela J veio pra cima de mim. Agarrou meus cabelos que estão loiros, e desceu aquele tapa forte e estralado no meu rosto. Falou vagabunda, safada, vadia, sua puta. Minha buceta pingou. Me puxou e disse, vem cá mamar na minha rola. Eu só obedeci, me pus de quatro e comecei pela cabecinha, bem devagar, mas ele já me empurrou ela goela abaixo. Como eu gostava daquilo. Continuei mamando aquela pica e o macho cada vez mais louco. Senti uma invasão boa de língua na minha buceta melecada de tesão. L já se recuperava. Estávamos só começando. J quando viu aquilo, mandou eu virar a bunda para ele meter em mim. Entrou gostoso, uma, duas… sete metidas eu queria mais. Pedi pra ele comer meu rabo. Ele entrou com tudo, doeu um pouco, mas logo já deu aquela amaciada, mesmo pq o pau dele não é tão grosso assim, rs. Soltou aquela mão pesada na minha bunda e já saiu fora da cama. Não ele não queria gozar ainda. Foi para o banheiro, demorou um pouquinho e quando voltou se deparou com L de boca grudada na minha buceta, continuando de onde havia parado. Como ela era boa, passava a língua em círculos pelo meu grelinho entumecido. Eu movimentava meu quadril em direção aos seus dedos ágeis que penetravam melados meus dois furos. No meu corpo só existia aquela sensação de quase desmaio, salto quântico. Gozei, falei não sei o quê, só me lembro da 2ª parte do gemido alto. Fiquei ali, náufraga…L não perdeu tempo e já partiu para continuar o trabalho boca a boca, opa boca no pau agora. Ele estava de pé e ela ajoelhada no chão. Fui vendo-a engasgando com o pau do J e logo já parti para aliviar a moça, ajoelhando-me do lado. Enquanto ela respirava um pouco, pois ele tem mania de segurar a minha cabeça e me deixar sem ar (eu gosto), substitui a boca dela pela minha, alternando sugadas na cabecinha, engolindo tudo, as bolas também. Ela veio firmona do meu lado, olhei pra ela, ganhei um beijo molhado de parceria. Partimos as duas para o ataque, alternando, ora eu, ora ela, lambendo, mordendo, sugando. J tremia e gemia e dizia que estava ficando louco que tinha que gozar. Tentou punhetar com a própria mão. Ganhou um chega pra lá. Agarrou cada uma de nós pelo cabelo e ora puxava uma pra engolir o pau dele, afastava e puxava a outra para fazer a vez. Ficou nesse controle um bom tempo. Depois pediu para L ficar de quatro pra ele. Agarrou a mulher, que deu uma arrebitada de bunda nível hard, pela cintura e meteu com vontade no rabo dela. Foi só umas cinco bombadinhas e já anunciou um vou gozar …. gemeu gostoso. Gosto de macho gemendo num gozo chorado. Depois teve o momento relax. Deitamos os 3 na cama, umas latinhas de cerveja foram consumidas, alguns cigarros, umas risadas. Como eu morava mais perto, me deixaram 1º. em casa, e J foi deixar L na casa dela. Ele disse que o clima esquentou entre eles, que vai me contar depois em detalhes. Essa L foi um presente. Uma experiência sonhada e animada. E vida que segue.

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