O cheiro proibido – O início de tudo

Oi gente! Me apresentando novamente, para quem não leu meus outros contos, meu nome é Juliana, tenho 18 anos, bissexual! Sou baixinha, branquinha, magra, cabelos castanhos (gosto de usar rabo de cavalo). Não tenho peitos muuito grandes, mas adoro a minha bunda.

Sempre escrevo histórias 100% verdadeiras, não tenho muita paciência pra cirar contos fictícios, então acabo relatando o que aconteceu mesmo!

Bom, quem leu meus outros dois contos sabe do meu fetiche por cheiros, suor, etc. Mas eu não cheguei exatamente a contar o início de tudo, como esse fetiche começou a fazer parte de toda a minha vida sexual. Como sempre, é bom lembrar que se você tem a mente fechada pra assuntos sexuais e fetiches, esse conto não é pra você 🙂

Há uns 3-4 anos, no feriado da páscoa, minha família resolveu ir a uma chácara para aproveitar os dias de folga, onde tradicionalmente acontecem aqueles almoços de sexta-feira santa etc. Pela primeira vez eu decidi que não queria ir, dessa vez não ia ter ninguém da minha idade e eu ia ficar escutando o tempo todo as minhas tias perguntarem se eu já estava começando a paquerar na escola. Para minha surpresa, minha mãe deixou, dizendo que eu já estava na idade de criar responsabilidade e passar meu primeiro feriado sozinha em casa.

Antes que vocês pensem besteira, eu juro que não tinha más intenções quando pedi pra ficar sozinha, o que eu vou relatar aqui aconteceu por puro acaso. Eu tava mais interessada em ter um tempo só pra mim, ver meus seriados, ler meus livros, etc.

Na sexta-feira santa, um dos meus melhores amigos sabia que eu tava sozinha e me chamou pra almoçar na casa dele, junto com a família. Odiei a ideia, já que muito provavelmente todos achariam que a gente tava namorando, mas acabei indo já que na época não sabia nem fritar um ovo. Passamos boa parte do dia lá, e no final da tarde saímos pra dar uma corridinha na praça (tive que pegar roupa de correr emprestada da irmã dele) e tomar um sorvete depois.

Já eram quase 7 da noite quando fui pra casa acompanhada dele. Como é muito perto, fomos andando e conversando sobre o assunto que meninos e meninas dessa idade mais gostam: namoro, paquera, pegação, etc. Ele tava me contando sobre uma menina que tava ficando, e no momento mais empolgante da história (quando ele me contava de como começou a passar a mão nela) chegamos no meu prédio! Pedi pra ele subir comigo e continuar a história (ainda sem más intenções, juro).

Chegamos lá em cima, sentamos no sofá e ele continuou a contar. Acho que não vale a pena aqui falar das coisas que ele fez com a menina, mas o fato é que o relato dele tava me deixando excitada. Nunca tinha sentido isso por ele, e por isso achei que a história que tava me deixando assim, e não ele. Mas estava completamente enganda. No meio da história, percebi um volume um pouco maior na bermuda dele e senti minha buceta pulsar no momento que vi. Não era só a história que tava me excitando, mas o fato dela estar despertando em mim a vontade de estar lá. Eu que queria ter sentido a mão dele invadir meu vestido e enfiar o dedo dentro de minha calcinha molhada. Eu que queria ser a menina que teve a sorte de pegar no pau dele e sentir endurecer na própria mão.

De repente eu não estava mais ouvindo uma palavra, estava completamente fora de mim, e sem perceber estava olhando diretamente pra bermuda do Gui, imaginando como aquela pica deveria estar grossa, dura.

Ju?

Ãhn, oi?

Você não tava prestando atenção no final né?

Tava sim! Você tava falando que a punheta dela era ótima..

Ju, eu já te contei que gozei e que ela provou o que ficou na mão dela…já até acabei a história

Ai Gui, desculpa, me distraí

Tudo bem… mas no que você tava pensando?

Era óbvio que ele tinha me visto olhando pro pau dele, que continuava duro debaixo daquela bermuda apertada.

Tá, não precisa falar, eu sei que me empolguei demais contando esssa história e acabei me excitando. Desculpa, não deu pra esconder nem evitar…

Você não precisa se desculpar! Isso acontece com vocês homens né? E essa história também me excitou, mas como eu sou mulher não dá pra perceber tanto!

Sério Ju? Você se molhou?

Sim… mas você não devia ter perguntado! Agora fiquei com vergonha

E realmente tinha ficado. Nunca tinha admitido pra nenhum menino que eu tinha me molhado em alguma situação. E isso já tinha acontecido antes, como no dia que meu primo pediu pra eu pegar a toalha que ele tinha esquecido. Mesmo por trás do vidro embaçado, dava pra ver o corpo maravilhoso dele.

Não me perguntem como, mas eu tinha virado o rosto com vergonha e quando virei novamente e me dei conta, a gente tava se beijando. Em algum momento ele tomou coragem e veio até mim de uma forma que eu não pude (nem queria) evitar. Estava sozinha em casa com um melhor amigo, virgem, e cheia de tesão. Entrei em choque.

As coisas evoluíram devagar, os beijos iam ficando cada vez mais quentes, mas tinha uma coisa que estava me incomodando o tempo inteiro: eu estava suada, e ele também. Na época eu não sabia que isso era uma vantagem e estava desesperada com o fato de nossos beijos estarem mais molhados do que o comum. Nossas línguas saíam da boca e roçavam nos nossos lábios, bochechas, pescoço. E se ele estivesse me chando nojenta? Eu não estava me incomodando, mas ele poderia estar. Foi então que decidi falar:

Gui, eu não quero parar, estou adorando isso, mas tô suada, deixa eu tomar um banho rapidinho? Prometo que a gente continua exatamente de onde paramos

De jeito nenhum Ju! Eu também estou suado, assim só você ia ficar cheirosa, ia ser injusto! Sem contar que isso não tá me incomodando nem um pouco… eu tô até gostando. Seu corpo tá molhado, quente, exalando um cheiro diferente, mas muito gostoso

Incrivelmente aquilo era verdade. Digo incrivelmente porque na escola, quando encontro algum garoto suado, sinto nojo e repulsa. Mas o tesão naquele momento estava me fazendo gostar do cheiro dele. Cheiro de homem, apesar de ainda ser novo. Gostar de imaginar que, dentro daquela bermuda estava uma pica dura e melada, provavelmente cheirando forte também. Será que eu era louca? Esse tipo de curiosidade realmente existia?

Deixei a preocupação com o suor de lado e com o tempo eu fui me tornando a menina da história que ele havia me contado mais cedo. As mãos dele se mostravam cada vez mais ousadas, percorrendo as partes mais íntimas do meu corpo. Mais do que amigos ficando pela primeira vez, nós estávamos nos descobrindo. Descobrindo um prazer diferente, com sabor de proibido. Eu queria sentir o gosto e o cheiro de cada parte do corpo dele. Estava nascendo o meu maior fetiche.

O sofá estava se mostrando pequeno pra nossa vontade. Só com as nossas roupas de baixo, senti a mão dele colocar a minha calcinha pro lado e sentir todo o meu mel escorrendo por entre os dedos. Era uma mistura de fluidos que já tinham deixado minha calcinha pingando. A primeira coisa que ele fez foi passar a mão melada na própria cara, cheirar e chupar os dedos. Foi incrível ver como ele sentiu prazer no gosto e no cheiro de minha buceta, que algumas horas antes eu diria estar suja e suada, incapaz de dar prazer a qualquer garoto.

Me conta Gui, como é?

É incrível Ju! Tô muito excitado! A da Mari – a menina da história – quase não tinha cheiro, acho que ela tinha tomado banho logo antes da gente sair

Claro! A gente sempre toma banho antes de sair com os meninos justamente com medo de ficar com cheiro ruim lá embaixo

Nossa, mas é tão bom o cheiro que fica assim, suada, melada

Mas eu também tô curiosa, Gui! Hoje a gente vai experimentar o cheiro de tudo. Quero sentir o seu.

A pica dele já tava quase saindo pelo lado da cueca quando pedi. Cheguei perto e ele tirou, revelando uma pica linda, não muito grande, grossinha e com a cabeça toda melada. Aquele momento foi decisivo. Assim que ele tirou a cueca, o cheiro que subiu me conquistou imediatamente. Eu já tinha sentido o cheiro de uma pica antes, quando bati uma punheta pra um paquera da escola e depois, escondida, cheirei minha mão por pura curiosidade. Não era nada perto daquilo. O cheiro que subiu do pau do Gui me fez desejar ficar ali a vida inteira. Me fez ter vontade de enfiar a cara entre as pernas dele, cheirar, chupar, lamber. Eu sabia que isso com certeza tinha a ver com o fato dele só ter tomado banho de manhã, e também, claro, da corrida no parque que fizemos no final da tarde. Não era só cheiro de suor, era simplesmente o cheiro da pica melada e completamente suada do meu melhor amigo.

E foi ali que fiz o primeiro boquete da minha vida. Nunca tinha passado da punheta antes, e gostei muito de chupar. Fiquei apaixonada por aquele melzinho transparente que estava por toda a cabeça do pau dele (que descobri depois que muitos homens se provam). Gui estava sentado no sofá e eu ajoelhada no chão chupando. Ele então me pediu pra subir no sofá e ficar de quatro, de costas pra ele, e continuar chupando. Eu sabia o que ele queria. Quando disse que a gente ia experimentar tudo, ele levou mesmo a sério. Nessa posição, não teria outra forma de chupar o pau dele senão com a minha bunda exatamente na cara dele. O safado queria cheirar e chupar meu cu.

Vale dizer que até então as experiências sexuais que eu já tinha feito se limitavam apenas a masturbação. Já tinha batido punheta pra dois paqueras e já tinha sido masturbada por uns 3. Geralmente no cinema, na escada do prédio ou na garagem. Aquilo ali estava completamente fora de controle, ninguém nunca tinha sequer tocado no meu cu antes. E não é que o safado do Guilherme gostou de meu cu suado?

Ele também tá molhado, que delícia

Como é o cheiro? – perguntei, aproveitando pra tirar o pau da boca e dar mais uma cheirada

É diferente do da buceta..é muito mais forte.. mas isso não quer dizer que seja ruim – respondeu e, logo depois, encostou a língua.

Não tem muito gosto, mas me excita muito saber que tô lambendo seu cu suado e molhado

Você deixaria eu experimentar o seu? -perguntei, quase certa de que a resposta seria não.

Sério? Deixaria..a gente disse que ia experimentar tudo né? Não tenho problema com meu cu, até pego um pouco nele quando bato punheta de vez e quando

Desci do sofá e levantei um pouco as pernas dele. Abri a bunda e, sem medo, enfiei meu rosto naquela bunda suada. Homens e mulheres que estão lendo meu conto agora, não sintam nojo nem achem estranho, foi realmente muito bom. O cheiro era realmente bem mais forte e o suor era mais intenso, mas ainda assim era bem gostoso. Resolvi lamber o cu dele enquanto pegava no seu pau, que tava tão molhado e melado que minha mão até escorregava. Foi demais pra ele. Senti o pau pulsando e jorrando porra. Caiu um pouco no meu rosto e o resto ficou na minha mão. Estava acostumada com porra na mão, mas no rosto foi a primeira vez e ele pareceu ter adorado.

Sua vez de gozar Ju – e me deitou no sofá, abrindo minha perna.

Nossa, o cheiro tá ainda mais forte, você tá se melando muito

Chupa tudo – e foi a última coisa que disse antes de entrar em um completo transe.

O tesão era tanto que, apesar de ser o primeiro oral que o Gui fazia e o primeiro oral que eu recebia, eu gozei feito uma mulher com anos de experiência no sexo. Minha buceta escorria e ele engolia tudo. Gozei forte, e ele aproveitou e enfiou um dedo inteiro em meu cu, que entrou com muita facilidade.

Por motivos que só uma garota daquela idade pode explicar, não transamos. Depois de gozar, senti como se eu tivesse ido muito longe naquela noite, ainda achava que a virgindade teria que ser perdida de uma forma um pouco mais mágica. Me arrependo até hoje. Ele até tentou, mas não insistiu muito. Passamos o resto da noite juntos, abraçados, e muitos diriam, sujos. Para nós, dormimos melados com o cheiro e gosto de uma noite que marcaria profundamente as nossas vidas.

Se você gostou, não deixe de ler meus outros contos, que relatam um pouco de como esse fetiche continuou a me acompanhar na minha vida sexual em diversas outras experiências. Não deixem de comentar e, caso queiram conversar comigo, me mandem um email para [email protected].com! Adoraria continuar nosso papo por lá 🙂

Beijos suados,

Ju

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